domingo, 23 de agosto de 2009

Da vergonha do passado internéutico (internet tem passado?)

Por conta da 17ª volta em torno do astro, denominado por nós como Sol, uma amiga-maldita resolveu mandar-me o blog que criei quando tinha 10 anos.
A vontade que seguiu-se foi de excluir quaisquer formas internéticas que possam reter sensações e discurssos que no futuro possa ser motivo de vergonha - até porque, como um bom leonino, não desconsidero o fato de ser surpeendido por um "arquivo confidencialll!".
Tá parei.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Aventurário

Desde muito eu e ela queríamos fazer um diário sobre as transloucas aventuras.
Talvez isso poetizar-se-á, mas não passará de vaidade.
Pegamos um ônibus, atravessamos a cidade e chegamos ao clube.
Quanto tempo não me sento em uma toalho debaixo do céu.
Quanto tempo o sundown não me sobe às narinas.
Quanto tempo a piscina não siginifica cloro?
As roupas sairam aos poucos e o branco veio de muito.
Sol, filtro solar, água, filtro solar, óculos escuros, biscoitos, conversas.
Ei, vamos embora?Como?
"Pra onde a gente vai?Pra qualquer lugar"
E para pegar essa carona até fingimos que conheciamos bandas crentes estadunidenses.
A outra tentativa de carona, essa já dentro do avião (porém na baixa da égua), não funcionou, apesar que a minha frasesinha de efeito fez efeito "Mas isso aqui que é a L2, certo?"
Anda, anda, anda...
"Faz joinha, Sol, faz joinha!"
Hey, olha o ônibus vai dar carona.
"falou cara, valeu"
"Tchau"
"Tchau, morena, beijão"
"Tchau, beijão"
É o 'morena' fez sucesso, um iria deixar 'só a morena entra'r
Só ela mesmo pra me fazer chegar na UnB de havaiana e pé sujo.
Senti-me um mendigo.Tratei de por o Nirvana quando cheguei em cs pra me lembrar das origens.

domingo, 2 de agosto de 2009

É inveja

E ele precisa de um@ piscicólog@

sexta-feira, 31 de julho de 2009

A Fantástica Fábrica de Chocolates.

"Vai ser buro de trocar isso por uma coisa tão comum quanto dinheiro, me diz: você é burro?!"

Sem Ctrl + C dessa vez.

Andei lendo o blog de uns colegas e outros de desconhecidos. Invejo a habilidade que estes tem com as letras.
As vzes eu acho que só tenho preguiça mesmo.Invejo a falta de preguiça dos outros.
Essas férias eu tinha que ter feito tant coisas: desde arrumar zipers, ler um livro, alugar uns DVDs, até prometi a mim mesmo engordar uns quilinhos.Nada fiz.
Quanto a escrever aqui no blog talvez me faltem as cutucadas que o dia-a-dia dá na gente para que se exprema alguma coisa.
Nem falei de como foi saber que estava na UnBesta.Mas acho que seria tanto coisa e tanto alcool no meio, que fica melhor assim: ficar na minha memória confusa e na memória dos que participaram disso; para que daqui há alguns anos, em meio a mesas de um bar relembremos equivocadamente.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

O salário dele vem do nosso bolso.MERDA!

Não sou homofóbico

Carlos Apolinario

Há nos níveis municipal, estadual e federal, vários projetos de lei que criam o Dia do Orgulho Gay, a Semana do Gay e o Dia das Lésbicas, além tantas outras propostas em defesa dos homossexuais, dando a impressão de que o homossexualismo é prioridade nacional. Por esse motivo, para que a população pudesse refletir sobre essas questões, apresentei à Câmara Municipal de São Paulo um projeto de lei que cria O Dia do Orgulho Heterossexual. Da forma como este tema vem sendo discutido, me dá a impressão de que, daqui a algum tempo, as pessoas terão vergonha de dizer que são héteros. A proposta teve grande repercussão, embora não seja prioridade do meu mandato. Até porque tenho em torno de quarenta projetos sobre os mais diferentes temas. É importante deixar claro o meu ponto de vista sobre este assunto. É verdade que tenho o conceito de que a família original é composta de pessoas de sexo oposto, para procriação e aumento da raça humana. Porém, como cristão, aprendi desde criança que o bem mais precioso que Deus nos deu foi o livre-arbítrio. Quero dizer: cada pessoa é dona da sua vida e, portanto, do seu corpo. Não me cabe julgar as pessoas por suas preferências sexuais, pois não sou homofóbico.

Tive uma empresa de telemarketing e lá trabalharam dois homossexuais, que inclusive tinham funções de chefia. Na minha campanha ao governo do Estado, meu maquiador era homossexual e o meu atual cabeleireiro também é homossexual. Nem por isso deixei de considerá-los bons profissionais. Mesmo tendo os meus conceitos, o que tenho discutido não é a questão humana do homossexual e sim a exposição que muitos procuram ter. Sem desrespeitar os homossexuais, pergunto:

1) É preciso, para ser gay, colocar uma camiseta com a inscrição no peito: Sou gay?
2) É preciso ir a um canal de tevê ou a uma revista e dizer: Sou gay?
3) É preciso, para ser gay, ir a locais públicos e dar beijo na boca?
4) Para ser gay, é preciso fazer uma declaração pública: Sou gay?

É importante ficar claro que defendo limite de exposição tanto para héteros quanto para homossexuais. Eu não teria nenhum problema de conviver em meu prédio com homossexuais, mas não gostaria de ver na piscina coletiva eles se agarrando e se beijando. Assim como não acharia correto que eu e minha mulher, que somos casados há 35 anos, ficássemos em locais públicos nos agarrando e nos beijando. Tenho certeza de que, se os gays e os héteros tiverem um comportamento público adequado com a nossa sociedade e a nossa cultura, eles não enfrentarão nenhum problema.

Carlos Apolinario, líder do Democratas na Câmara Municipal de São Paulo, foi três vezes deputado estadual, presidente da Assembléia Legislativa, governador do Estado por dez dias, deputado federal e relator da atual lei eleitoral. Está no segundo mandato como vereador na cidade de São Paulo.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

De ontem antes do de hoje!

O melhor foi saber que Se Joga Coração me foi vantajoso.
Saímos (os dois), com vontade de fazer xixi.Isso é o que mais importa.
Eu posso estar sozinho, mas eu sei muito bem aonde estou (8)

Depois disso: Sonhos com o baixista.(o baixinho ficou pra trás).
Depois disso: Angústia pelo resultado.